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Certisign ministra workshop sobre segurança no comércio eletrônico
A segurança do conceito de tokenização já chegou ao e-commerce
Aumento da proteção e da segurança nas transações no comércio eletrônico
O PLS 439/2011 altera o Código de Defesa do Consumidor (CDC) para garantir mais proteção às pessoas que compram e recebem ofertas de produtos ou serviços por telefone ou pela internet. De autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), a matéria tem voto favorável da relatora, senadora Angela Portela (PT-RR). Caso aprovado, o projeto seguirá para análise, em decisão terminativa, na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).
De acordo com o projeto, fica proibido ao fornecedor de produtos ou serviços enviar qualquer tipo de oferta por meio eletrônico ou por telefone ao consumidor, sem prévia autorização.
O projeto estabelece que o produto ou serviço oferecido por telefone, meio eletrônico ou qualquer outra modalidade à distância, deve ter informações precisas na página eletrônica da empresa, bem como em qualquer publicidade em meio impresso ou eletrônico ou ainda na embalagem do produto.
Essas informações vão desde os nomes do fabricante e do fornecedor do produto ou serviço, bem como os respectivos números de CPF ou CNPJ e os telefones para contato. Também deve constar o preço total do produto ou serviço, bem como despesas de entrega ou quaisquer outras que onerem o consumidor, o prazo de entrega do produto e a forma de ressarcimento no caso de descumprimento de qualquer das regras da oferta.
O PLS 450/2011, de autoria da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), também altera o CDC para garantir a facilitação de atendimento do consumidor por órgãos públicos de proteção e fiscalização por meio da internet. A proposta tem voto favorável do relator, Walter Pinheiro (PT-BA), e também seguirá para apreciação em decisão terminativa na CMA caso aprovada.
A matéria obriga os órgãos governamentais de fiscalização e proteção do consumidor, como os Procons, a colocarem à disposição dos brasileiros canais de acesso, pela internet ou telefonia, voltados para o recebimento de reclamações e queixas de consumidores que se sintam prejudicados em transações comerciais.
A reunião da CCT está marcada para as 9h.
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McAfee lança serviço para proteção de sites de e-commerce
McAfee Secure, voltado para o segmento de vendas pela web, permite proteger e atestar a qualidade de segurança dos sites, diz a empresa.
Especialista explica como ter segurança no pagamento via e-commerce
E-commerce mais seguro

O setor de comércio eletrônico, desde a loja virtual até o e-consumidor, ganhou um forte aliado para conferir mais credibilidade às vendas online. A Braspag, empresa do Grupo Silvio Santos que desenvolve soluções de pagamento e serviços financeiros para comércio eletrônico, anuncia uma nova modalidade financeira no ambiente online: Compra Segurada. Trata-se de um seguro prestamista que garante a quitação do valor o item adquirido na loja virtual em caso de parcelamento do produto.
O seguro, antes disponível apenas nos estabelecimentos físicos do varejo, acaba de chegar ao mercado virtual, agregando ao e-consumidor a possibilidade de contratar o serviço no ato da compra web. Com um acréscimo que varia entre R$ 2 e R$ 3 por parcela, dependendo do valor da compra, o usuário tem a escolha de fechar o contrato. O seguro é ativado em caso de desemprego, morte acidental e incapacidade. Podem contratar profissionais registrados em carteira (CLT) ou autônomos.
A compra segurada garante ao consumidor o pagamento de até cinco parcelas. O custeio fica a cargo do PanAmericano Seguros, banco que também integra o grupo Silvio Santos. A Braspag desenvolveu o sistema que interliga essa relação entre a financeira, a loja virtual e o e-consumidor, automatizando o processo de requerimento do seguro para compra.
"O comércio eletrônico movimentou no ano passado R$ 10,5 bilhões no Brasil. Agregar valores aos serviços realizados pela internet é mais do que uma exigência, é um necessidade em tempos onde o e-comemrce cresce de forma acelerada no país", afirma Renann Fortes, Gerente de Projetos da Braspag.
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Roberto Oliveira
"Se em 15 minutos em uma mesa de poker você não descobrir quem é o pato, o pato é você."
Como a segurança impacta a rentabilidade do comércio eletrônico

Nos Estados Unidos – país mais maduro em negócios via internet – a cifra é astronômica, o faturamento em 2009 foi de US$ 155 bilhões. Nós só estamos engatinhando por aqui. Historicamente, nos EUA, as pessoas compram a distância; o primeiro catálogo impresso foi lançado há mais de 250 anos. Quando surgiu a internet, as empresas apenas migraram seus catálogos de papel para o eletrônico e a adaptação à Internet foi praticamente imediata.
No Brasil, a história é diferente. Somos mais de 70 milhões de usuários de internet. Destes, cerca de 40 milhões acessam suas contas bancárias pela rede mundial: digitam o código da agência, o número da conta e sua senha, para acessar dados confidenciais e importantes para sua vida. Mas apenas 17 milhões de pessoas já realizaram ao menos uma compra pela internet.
A pergunta é: o que motiva mais de 23 milhões de pessoas a terem coragem de checar seus extratos e pagar contas via internet, e a não realizarem compras? Diariamente vemos na TV, no jornal e ouvimos de amigos que algum cartão de crédito foi clonado, que alguma conta corrente foi invadida por hackers e o dinheiro foi todo roubado ou que uma quadrilha realizou fraudes milionárias, tudo pela internet. Afinal, 83% dos sites possuem algum problema de segurança que possa comprometer os dados armazenados.
Para completar, a ansiedade de usar o produto imediatamente, a preocupação de não receber o produto comprado, a insatisfação de pagar pelo frete, a incerteza de ter comprado o produto correto e a insegurança de que hackers roubem suas informações pessoais e os dados de cartão de crédito, são decisivos para consumidores mais cautelosos não realizarem compras pela internet.
Por outro lado, a internet é um ambiente muito favorável às compras, pois você pode fazê-la sem vendedores ficarem empurrando produtos, sem pegar trânsito ou pagar estacionamento, e a qualquer hora e em qualquer dia da semana, afinal a internet nunca fecha. Mas o processo de decisão de realizar a primeira compra via internet não é tão simples assim.
Dessa forma, o usuário inicia o uso da internet comparando preços, buscando informações sobre produtos, mas não compra pela internet. Acaba realizando a compra em lojas físicas, na rua ou no shopping, muitas vezes com a informação obtida na internet impressa em papel para garantir que está comprando o mesmo produto, pelo mesmo preço.
Com o tempo, esses consumidores mais cautelosos, acabam recebendo referências de experiências positivas de amigos e colegas de trabalho que usam a internet para realizar compras. E é aí que os lojistas virtuais precisam estar atentos: mesmo que aquele consumidor esteja inclinado a fazer sua primeira compra online, qualquer item que o faça sentir inseguro é motivo para que ele cometa o drop down, ato de abandonar o carrinho de compras com produtos, antes de realizar o pagamento. Ou seja, venda perdida.
O consumidor precisa de uma justificativa para realizar a primeira compra na internet. É por isso que os comparadores de preços informam, além do preço, é claro, dados sobre a loja virtual, como opiniões de outros consumidores, rating ou classificação do seu atendimento, e certificações sobre a existência de uma empresa idônea por trás de uma loja virtual. Mas isso não é suficiente. Cerca de 35% dos abandonos de carrinho de compras são ocasionados pelo receio de digitar os dados de cartão de crédito, pois hackers poderão cloná-lo e causar prejuízos ao consumidor.
Os sites de busca e comparadores de preços, na sua maioria, não mostram se são blindados contra hackers, para ajudar os consumidores a escolher onde comprar. Por isso, as lojas precisam promover sua segurança, exibindo selos de proteção contra hackers, demonstrar de forma clara sua política de trocas e devoluções e, principalmente, como o consumidor poderá contatar a loja em caso de problemas. Afinal, a loja é virtual, mas a compra é real.
Conforme pesquisas, 70% dos internautas compram somente se a loja apresentar selos de segurança. Isso significa que a taxa de conversão (percentual entre a quantidade de visitantes e a quantidade de pedidos do website) pode ser positivamente afetada se o consumidor se sentir seguro durante a navegação. Segurança e credibilidade são pontos primordiais para que um site de e-commerce tenha sucesso.
por MAURICIO KIGIELA* - http://www.tiinside.com.br
*Mauricio Kigiela é diretor do Site Blindado, fornecedora de soluções de segurança para lojas virtuais e portais de negócios via internet do Brasil.
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Roberto Oliveira
"Se em 15 minutos em uma mesa de poker você não descobrir quem é o pato, o pato é você."
Câmara debaterá medidas para aumentar a segurança no comércio eletrônico
Com presença de parlamentares e representantes do setor, audiência pública tem o objetivo de discutir proposta de regulação.
O Fórum do Comércio Eletrônico será discutido em audiência pública marcada para a quarta-feira (19/5), às 14h30, na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. Composto por representantes de entidades de defesa do consumidor, de empresas, da sociedade civil, da comunidade internacional e do poder público, o fórum tem por objetivo uma proposta de regulação do comércio eletrônico no Brasil.
O debate foi proposto pelo deputado Claudio Cajado (DEM-BA). Segundo ele, é preciso debater medidas que aumentem a segurança nas transações pela internet.
Participarão da audiência o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ), Ricardo Morishita Wada; a coordenadora-executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Lisa Gunn; o procurador-geral do Ministério Público Federal (MPF) Roberto Monteiro Gurgel Santos; o presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Manuel Dantas Matos; o coordenador do Comitê de Produtos e Processos da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), Raul Francisco Moreira.
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Roberto Oliveira

