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Pão de Açúcar aceitará pagamento via celular
O Pão de Açúcar está prestes a aceitar o pagamento de compras via celular. De acordo com Hugo Bethlem, vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar, o novo modelo será testado a partir de maio em alguns pontos de venda específicos da bandeira, que servirão como piloto para a implementação da operação nas lojas da rede.
Desenvolvido em parceria com o Itaú, e em um primeiro momento uma exclusividade para donos de cartões Itaucard, o sistema permitirá inclusive a autorização remota dos pagamentos, caso o dono do celular não esteja presente e outra pessoa da família vá à loja fazer as compras.
A iniciativa vai de encontro ao desejo do consumidor. Um estudo recente da IBM mostrou que 87% dos brasileiros gostariam de usar dispositivos móveis para pagar por produtos e serviços.
PRATELEIRAS VIRTUAIS
Paralelamente, o Pão de Açúcar também tem estudado outros usos para os celulares em suas lojas. Uma possibilidade é a instalação de vitrines virtuais em locais públicos de grande circulação de pessoas, nas quais os smartphones servem como meio de compra.
Em 2011, o Tesco, por meio da bandeira Homeplus (na qual é sócia da Samsung), instalou uma loja virtual no metrô de Seul, capital da Coreia do Sul. As compras eram entregues nos endereços indicados no mesmo dia. Desde então, a rede britânica Ocado e a australiana Woolworth´s, abriram lojas virtuais temporárias sob o mesmo conceito, em um shopping center de Londres e na estação de Town Hall, em Sydney, respectivamente.
“Já temos tecnologia para fazer algo parecido em São Paulo”, revela Bethlem, do Pão de Açúcar. “A questão agora é onde colocar estas prateleiras virtuais. Será que no metrô da cidade não tem muita gente, seria esse o público alvo? Ou a avenida Faria Lima, na saída do Shopping Iguatemi, é um lugar mais apropriado? A conversa está neste ponto”, completa o VP do Grupo Pão de Açúcar, sem precisar uma data para colocar o projeto em execução.

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PayPal entra no mercado de pagamentos por cartão

Vice-presidente e gerente-geral de Mobilidade do PayPal, David Marcus, lança sistema de pagamento
Foto: Reuters
Foto: Reuters
O serviço, denominado "PayPal Here", providenciará um leitor de cartões gratuito, com formato triangular, e um aplicativo para celulares. O aplicativo encaixa no topo de celulares como os iPhones da Apple e, em breve, smartphones Android do Google, permitindo a lojistas receber pagamentos por meio desses aparelhos.
O PayPal cobra uma taxa de 2,7% sobre o preço da compra para todos os tipos de cartão de crédito e débito - incluindo aqueles emitidos pela American Express; taxas de transações com cartões da empresa são muitas vezes mais altas em outros serviços. A Square cobra a taxa de 2,75%.
O PayPal é o processador dominante de pagamentos online, mas a empresa está tentando estender esse domínio ao mundo físico. A empresa oferece um serviço de ponto de vendas que espera que grandes redes de varejo usarão. Agora a empresa persegue os pequenos negócios com seu novo dispositivo.
O volume de todos os tipos de pagamentos móveis superará 200 bilhões de dólares até 2015, crescendo em comparação a US$ 16 bilhões em 2010, de acordo com a empresa de pesquisa Aite. O mercado de serviços de pagamentos com cartões para pequenos negócios e comerciantes individuais é atualmente de cerca de 4 bilhões de dólares, mas cresce depressa, de acordo com Oglesby.
Banco do Brasil permite pagamentos de boleto por QR Code

Qual tem o menor custo: Pagseguro, Pagamento Digital, Moip ou MercadoPago?
De um tempo para cá, surgiram muitas empresas que oferecem a possibilidade, para qualquer pessoa ou empresa, que vende produtos através na internet, cobrar seus compradores por meio de cartão de crédito, boleto bancário e transferência online. Tudo sem burocracia e nem contratos com bancos. No Brasil, o Pagseguro, o Pagamento Digital o Moip, o MercadoPago e outras, possibilitam essa facilidade aos comerciantes online. Mas qual empresa é mais vantajosa na hora de oferecer pagamentos em um site? Isso nós vamos ver agora.
As tarifas do Pagseguro, Pagamento Digital e Moip variam de acordo com a movimentação mensal do vendedor. Mas, são mais do que as do MercadoPago quando uma compra é feita com cartão de crédito. A tarifa aplicado pelo Pagseguro, por exemplo, pelo uso do cartão em uma venda efetivada é de até 6,40% enquanto o Mercadopago cobra taxa fixa 4,99% por venda bem sucedida.
Além disso, o Pagseguro cobra mais R$ 0,40 por transação enquanto o MercadoPago, cobra R$ 3,00 para transferir o dinheiro para a conta bancária do vendedor. Mesmo quando o vendedor atinge um volume elevado de vendas, a tarifa do Pagseguro nunca é inferior a 5,40% no cartão de crédito. Portanto, em vendas com cartão de crédito, o Pagseguro cobra taxas maiores do que o Mercadopago.
Já no boleto bancário e transferência bancária (TEF), as tarifas do Pagseguro são mais acessíveis do que o MercadoPago. A tarifa máxima descontada pelo Pagseguro é de 2,90% enquanto o MercadoPago, a tarifa é a mesma do cartão de crédito, ou seja, 4,99%.
No entanto o Pagseguro também cobrará R$ 0,40 fixos por transação e a taxa de boleto, que pode ser acrescentado ao comprador ou descontado do vendedor, que poderá definir como prefere aplicar esta taxa. Já o MercadoPago desconta do vendedor junto à taxa de 4,99%.
Já para opção através do Pagamento Digital, não é cobrada a taxa fixa, que o Pagseguro cobra R$ 0,40 As taxas do Pagamento Digital são razoavelmente mais acessíveis do que as do Pagseguro. O cartão de crédito é descontado 6,39% e o boleto é descontado 2,89%
O Moip, por sua vez, tem taxas no cartão de crédito de até 7,4% e, no boleto, de 2,90%, igual ao Pagseguro. Também é cobrada uma taxa de 0,39 fixas em cada venda bem sucedida. Por fim é cobrada uma taxa para sacar o pagamento e transferi-lo para a conta bancária do vendedor. Esta taxa não é cobrada desde que seja sacado no máximo uma vez no mês ou para créditos superiores a R$ 250,00
As tarifas vão sendo diminuidas se o vendedor conseguir atingir metas de faturamento dentro das plataformas de cobrança. No entanto a grande maioria dos vendedores não conseguem atingir a meta máxima para usufruir das tarifas mais acessíveis, pois, é uma meta muito elevada de faturamento.
Pagamento Digital, taxas mais acessíveis, porém o mais difícil de integrar. Pagseguro, taxas mais altas mas com mais opções e muito mais fácil de integrar.
Entrevista com o Adriano Sales da Empresa DinheiroMail

1) A quanto tempo vocês estão no mercado ?
Fundada em 2004, a DinheiroMail é a plataforma de pagamentos online líder na América Latina, que oferece a seus usuários um meio rápido, fácil e seguro de efetuar pagamentos, envios de dinheiro e realizar cobranças. A empresa oferece um completo serviço de gestão de pagamentos e cobranças através de diferentes meios de pagamento, como cartões de crédito, boleto bancário e transferência bancária.
Entre as plataformas de pagamentos online, a DinheiroMail é a única que tem entre os seus investidores um órgão do Banco Mundial, que investiu US$ 5 milhões por meio da IFC – International Finance Corporation. A DinheiroMail integra a relação de empresas da IFC que contribuem para o desenvolvimento de populações mais carentes.
2) Porque demoraram tanto para operar no Brasil?
Por ser uma empresa de atuação regional na América Latina, sendo a pioneira, a DinheiroMail resolveu atuar primeiramente na Argentina, onde está sua sede corporativa e depois nos demais países. Para uma empresa que teve o pioneirismo, a ideia foi criar uma plataforma robusta, segura e com capacidade de grande flexibilidade.
Por justamente acreditar muito no potencial do principal mercado da América do Sul, o Brasil, a DinheiroMail optou por se preparar muito bem para entrar neste mercado competitivo. Estamos intensificando nossa presença no país, seguros do diferencial, da qualidade, da segurança e da agilidade das nossas ferramentas;
Apesar de hoje existirem empresas que já lideram o mercado, o objetivo da DinheiroMail para crescer no Brasil é justamente usar aquilo que tem como diferencial que é a capacidade de se flexibilizar e atuar em segmentos hoje não explorados pelos concorrentes. Os mesmos não têm a capacidade que a DinheiroMail tem de ser uma solução de pagamento sob medida
3) Quais são os seus diferencias neste mercado já disputado por grandes players?
Podemos enumerar três grandes vantagens para atrair mais usuários:
1. A DinheiroMail é muito rápida na aprovação das solicitações de pagamentos recebidas. Por ter uma plataforma robusta, aprova online e com altos níveis de assertividade.
2. Os compradores não precisam preencher cadastros complexos para pagar. Agilizamos o processo e o comprador percebe este diferencial, uma vez que não se aborrece em ter que preencher um novo cadastro no momento do pagamento tal como nossos concorrentes exigem.
3. O vendedor recebe sempre à vista seus pagamentos, o que é um fator decisivo para alavancar seu negócio.
4) Qual é a relação de vocês com o Portal de Classificados OLX?
A relação entre a DinheiroMail e OLX é de empresas que foram iniciadas pelos mesmos fundadores, mas, com operações e estratégias distintas. Ainda sim, teremos sim uma integração que permitirá ao anunciante da OLX oferecer a DinheiroMail como meio de pagamento de modo automático aos seus compradores.
5) O que vocês esperam para os próximos anos no mercado de e-commerce brasileiro?
Hoje a Dineromail Inc possui cerca de 70 profissionais em toda sua operação na América Latina. Neste momento, estamos ampliando a equipe do Brasil e seguiremos por bom tempo neste ritmo. Há muito que crescer ainda.
Sabemos da vinda do PayPal. Cremos ser muito bom que um player deste porte venha atuar no país. O segmento de intermediação de vendas ainda é incipiente no Brasil, face ao tamanho do mercado e o que ainda crescerá. Deste modo, cremos que ajudará e muito a "evangelizar" o mercado, nos dando ainda mais força para crescer.
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