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iPagare lança Checkout Expresso para Lojas Virtuais Magento
O gateway de pagamentos online iPagare lançou um novo checkout para lojas Magento realizável em um único passo que pode elevar em até 60% a conversão de vendas de uma loja virtual.
O novo Checkout Expresso do iPagare reduz os tradicionais 6 passos do Magento para apenas 1, permitindo que em um mesmo e único passo o cliente visualize e preencha todos os dados de cadastro e pagamento necessários para finalizar a compra.
Enquanto outros sistemas de pagamentos online normalmente acrescentam passos adicionais de pagamento ao final do checkout do Magento, o Checkout Expresso do iPagare reduz tudo para um único passo.O novo módulo foi possível através da parceria firmada entre iPagare e a empresa OneStepCheckout fornecedora da tecnologia de compra em 1 passo para Magento. Clientes que adotaram esta tecnologia aumentaram suas vendas em até 60%, segundo informações da OneStepCheckout.
Junto com o novo módulo, o iPagare também liberou um novo Assistente de Integração que permite a integração do iPagare ao Magento em poucos cliques, sem necessidade de conhecimento técnico, além de vídeos tutoriais e uma loja de testes dos novos recursos.
O sistema de pagamentos online iPagare é o gateway de pagamentos líder em lojas virtuais Magento no Brasil, com mais de 2.000 downloads através do Magento Connect, o marketplace de plugins e extensões para a plataforma de e-commerce.Com o lançamento, o gateway de pagamentos iPagare espera consolidar ainda mais sua liderança em Magento no Brasil: “O Magento é uma plataforma muito forte no ecommerce brasileiro, a exemplo do resto do mundo.
Sua participação na nossa base de clientes tem crescido de forma significativa e por isso estamos investindo cada vez mais nesta plataforma. Com este lançamento, pretendemos continuar liderando o mercado de pagamentos online para Magento no Brasil.”Todas estas novidades estão disponíveis em www.ipagare.com.br/magento.
Sobre o Magento
O Magento é uma plataforma open source de comércio eletrônico utilizada por pequenas, médias e grandes empresas no mundo todo. Recentemente foi adquirida pela eBay e, segundo o Google Trends, o termo “Magento” já é mais procurado que o termo “eCommerce” desde o final de 2010.
Tela de exemplo do novo Checkout Expresso iPAGARE
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Furo de Reportagem
3 novidades do Google que podem alavancar o seu negócio
É bem característico do Google atualizar seus produtos e serviços continuamente. Mas 3 mudanças recentes merecem sua atenção, devido ao seu impacto no ecommerce: prévia de vídeos nas pesquisas do Google, URL anexada ao anúncio no Adwords e relatório de velocidade de websites do Google Analytics.
Prévia de Vídeos nos resultados de busca
O Google lançou a pouco tempo o Instant Preview nos resultados de busca, que possibilita que você descanse o mouse sobre uma lupa para ter uma prévia da página antes de clicar nela. Agora, houve uma expansão na utilidade dessa ferramenta, que também possibilita prévia de vídeos que aparecem nos resultados de busca, mostrando além de imagens, pequenos clipes de vídeo, com ou sem som.
Essa nova ferramenta reforça a importância de estratégias de SEO para seus vídeos, para garantir que eles tenham melhores chances de aparecerem misturados aos resultados de busca.
Por enquanto, essa opção só funciona na versão do Google em inglês. A versão do Google em português ainda tem apenas o Instant Preview do site.
URL anexadas no Google Adwords
Uma mudança global no modo como os textos dos anúncios serão exibidos no Adwords foi anunciada. Os anúncios agora têm a URL anexada automaticamente na exibição do título. Isso só acontece quando o anúncio está na caixa amarela e quando existe espaço suficiente para exibir a URL.
A grande preocupação com isso é que anúncios sobrecarregados são mais difíceis de serem lidos e escaneados. Enquanto eles supostamente dão mais visibilidade à marca do anunciante ao mostrar a URL, também podem fazer com que os títulos sejam ignorados. E ao fazer com que algumas marcas fiquem mais visíveis, também parece um pouco injusto e caso realmente cause impacto positivo no click, reinará a lei do “rico fica mais rico” (os anúncios de maior cliques que ganham as melhores colocaçõescontinuarão lá).
De qualquer forma, o fator importante é que os títulos dos anúncios foram mudados sem consentimento, e essa mudança pode impactar na performance da campanha para bem ou para mal. É uma boa idéia criar uma nova anotação no Analytics a partir da data desse update (17/05/11), e analisar as mudanças. Idealmente, o Adwords deveria fornecer aos anunciantes a possibilidade de testar a ferramenta com e sem a URL na exibição, e a opção de desligar a ferramenta.
Relatórios de Velocidade de Website do Google Analytics
Dentre a porção de ajustes da nova versão do Analytics (versão 5), talvez a mais animadora seja o relatório de velocidade de websites.
Esse relatório mostra quais as páginas de aterrissagem (aquelas que aparecem no resultado de busca e onde os clientes entram) que mais demoram para carregar, quais campanhas correspondem às páginas que carregam mais rápido e como geografia e o tipo de navegador diferem na performance.
Uma vez que identificado onde os problemas estão, medidas para otimizar essas páginas podem ser tomadas. Uma dica: dê mais atenção a todas as páginas no carrinho de compras e não apenas às de aterrissagem. Muitos carrinhos não são abandonados porque a cor de um botão está errada, mas porque tabelas, gráficos e outros objetos demoram muito tempo para carregar.
Fonte: http://www.doutorecommerce.com.br/
Amazon está chegando ao Brasil. E não vai vender só livros
A Amazon está aportando no Brasil. A maior varejista eletrônica do mundo deve iniciar sua operação por aqui no fim deste ano ou no início de 2012. Para isso, já negocia com editoras brasileiras a conversão, em grande escala, de títulos nacionais em e-books, além de vender por aqui seu leitor de livros digitais, o Kindle. "Estamos em contato com o emissário da Amazon. E ele está conversando com várias editoras locais", revela Sérgio Machado, presidente da Record, uma das maiores empresas do setor editorial no país.
Há três meses, o interlocutor com as editoras locais é o peruano Pedro Huerta, que trabalhou na prestigiosa editora americana Randon House. Ele conduz negociações a partir de Nova York e Londres. É evidente, porém, que a Amazon deve chegar ao país para empreender uma grande, ou melhor, gigantesca operação de e-commerce, que deve mexer com a vida de eventuais parceiros, concorrentes e consumidores. Faz todo o sentido.
O setor de e-commerce no Brasil passa por uma fase positiva. Neste ano, deve faturar ao menos 20 bilhões de reais, segundo previsão da empresa de monitoramento de comércio eletrônico E-bit. É um crescimento de 35% em relação a 2010.Mas a Amazon não vive só de livros. Ao contrário. No ano passado, suas vendas nesse segmento (reforçadas por discos, consoles de games, software e downloads) foram responsáveis por menos da metade do faturamento de 34 bilhões de dólares da empresa – que atualmente vende itens tão diversos quanto acessórios automotivos e ervas para gatos. A companhia americana confirma que tem "planos para o Brasil", mas guarda segredo sobre eles.
Empresa gigante
"A Amazon é uma empresa muito grande. Por isso, é improvável que venha para o Brasil só para vender livros", diz Carlos Affonso Souza, vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). "O fator mais positivo é que sua chegada estimulará o setor de comércio eletrônico e funcionará como uma espécie de chancela, um reconhecimento de que o e-commerce brasileiro é maduro e promissor." Souza lembra que o interesse da Amazon no Brasil é antigo. Em 2005, a empresa tentou na Justiça tomar controle do domínio amazon.com.br, que pertence a uma empresa brasileira de soluções de TI chamada Amazon Corporation. Não obteve, contudo, um veredicto a seu favor.
O retrospecto de atuação da Amazon em outros mercados fornece mais um indício de que a empresa deve chegar ao Brasil para vender de tudo um pouco. A companhia nasceu em 1995, nos Estados Unidos. De lá, e desde então, expandiu sua atuação a outros países. Grã-Bretanha e Alemanha, por exemplo, ganharam operações locais já em 1998. França e China, em 2000. Canadá, Japão e Itália também estão na lista de nações que contam com escritórios locais da companhia.
Nesses mercados, a empresa aliou a oferta de um vasto número de livros em idioma local à venda do mix de produtos que a sustenta: computadores, material de escritório, casa e jardim, produtos de saúde e beleza, brinquedos, roupas e bugigangas, além da prestação de serviços, como o armazenamento de dados de grandes empresas. Nem todos os itens, contudo, saem de seus estoques. A estratégia tem sido recorrer a fornecedores locais, que usam a Amazon como uma vitrine, a partir de dois acordos. Em um deles, o parceiro usa a rede de distribuição da gigante do varejo para fazer seu produto chegar às mãos do consumidor. No outro, ele mesmo faz a entrega. Nos dois casos, recebe uma comissão da Amazon.
A logística de distribuição de produtos no Brasil é o "x" da questão acerca da entrada da companhia no país. Na China, por exemplo, a empresa americana iniciou suas operações construíndo uma rede de distribuição própria. Quatro anos depois, porém adquiriu por 75 milhões de dólares a chinesa Joyo, especializada no assunto. "A Amazon deve erguer sua própria logística no Brasil, mas não podemos descartar a possibilidade de ela adquirir um grande player nacional, que já tenha o seu modelo montado", diz Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da E-bit. Umberti aposta ainda que o consumidor sera o principal beneficiado, uma vez que a empresa americana colocará em solo brasileiro seu know-how em áreas como atendimento ao cliente.
O certo é que o dia em que a companhia americana colocar os pés no país algo vai mudar na vida dos atuais protagonistas do e-commerce local. Um deles é a B2W, que controla os serviços Submarino, Americanas.com, Ingresso.com e Shoptime, detentor de um faturamento de 4 bilhões de reais, em números de 2010. Procurada pela reportagem de VEJA para comentar a aproximação da Amazon do mercado brasileiro, o grupo preferiu manter-se em silêncio. Posição mais clara em relação ao seu negócio tem a Câmara Brasileira do Livro, entidade que representa interesses de editoras, livrarias e distribuidores. "A chegada da Amazon no país indicará um caminho inevitável e sem volta: ela terá de se expandir para outros negócios", diz Karine Pansa, presidente da CBL.
(Com reportagem de Paula Reverbel)
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Amazon
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Furo de Reportagem
Eletroeletrônicos serão os itens mais comprados na internet
Nas vendas por meio do segmento de comércio eletrônico (e-commerce), o índice de consumidores que pretendem comprar pela internet (e-consumidores) no terceiro trimestre de 2010 teve alta em relação ao do segundo trimestre deste ano: passou de 80,7% para 87,0%, e leve crescimento de 0,9 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2009.
No quesito intenção de compra e de gasto, as categorias de produtos de linha branca; eletroeletrônicos; telefonia; informática; produtos para casa; CDs, DVDs, livros e revistas; brinquedos; utilidades domésticas; viagens e turismo apresentaram aumento de intenção de compra na internet no período, ante o segundo trimestre deste ano.
Vale destacar que neste terceiro trimestre, itens eletroeletrônicos mantêm-se à frente das intenções de compra, com 34,2%, aumento de 9,1% em relação ao 3º trimestre de 2009, seguidos por produtos de informática (28,8%), e por CDs, DVDs, livros e revistas (23,7%).
Conforme pesquisa realizada pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) junto com a Fundação Instituto de Administração (FIA), com a Felisoni Consultores Associados e com a e-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, apenas cosméticos, perfumaria e itens voltados à saúde não apresentaram variação positiva.
O resultado da amostra, feita na primeira quinzena de julho com 6.219 domiciliados no Estado de São Paulo, indicou ainda que o cartão de crédito é a forma de pagamento mais utilizada e a preferida de mais de 60% das pessoas.
Segundo Claudio Felisoni de Ângelo, coordenador-geral do Provar, esse resultado aponta a que a confiança do consumidor na economia é o principal fator do incremento da intenção de compras.
"O aumento do rendimento médio real do trabalhador nos últimos anos e a estabilidade econômica têm feito com que os consumidores confiem mais na utilização do cartão de crédito para suas compras", afirma ele, em nota.
No quesito intenção de compra e de gasto, as categorias de produtos de linha branca; eletroeletrônicos; telefonia; informática; produtos para casa; CDs, DVDs, livros e revistas; brinquedos; utilidades domésticas; viagens e turismo apresentaram aumento de intenção de compra na internet no período, ante o segundo trimestre deste ano.
Vale destacar que neste terceiro trimestre, itens eletroeletrônicos mantêm-se à frente das intenções de compra, com 34,2%, aumento de 9,1% em relação ao 3º trimestre de 2009, seguidos por produtos de informática (28,8%), e por CDs, DVDs, livros e revistas (23,7%).
Conforme pesquisa realizada pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) junto com a Fundação Instituto de Administração (FIA), com a Felisoni Consultores Associados e com a e-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, apenas cosméticos, perfumaria e itens voltados à saúde não apresentaram variação positiva.
O resultado da amostra, feita na primeira quinzena de julho com 6.219 domiciliados no Estado de São Paulo, indicou ainda que o cartão de crédito é a forma de pagamento mais utilizada e a preferida de mais de 60% das pessoas.
Segundo Claudio Felisoni de Ângelo, coordenador-geral do Provar, esse resultado aponta a que a confiança do consumidor na economia é o principal fator do incremento da intenção de compras.
"O aumento do rendimento médio real do trabalhador nos últimos anos e a estabilidade econômica têm feito com que os consumidores confiem mais na utilização do cartão de crédito para suas compras", afirma ele, em nota.
Como será o supermercado
Novidade no Cenário do E-Commerce
Acaba de ser lançado uma nova fonte de informação para você, que assim como eu, é interessado em e-commerce, mais conhecido como comércio eletrônico no Brasil.
Neste novo blog&forum espero ler notícias, novidades e tendências sobre e-commerce, do Brasil e do mundão afora.
O interessante deste novo blog é o formato que ainda não vejo muito na internet Brasileira, um Blog + Fórum.
Ao buscarmos informações sobre e-commerce na internet vê-se que há muito o formato Web 1.0, ou seja, o blog apresenta os posts para serem lidos, nada mais. Por vezes possuem espaço para que os posts sejam comentados mas não ficam organizados, padronizados e indexados para uma futura busca.
Neste formato Web 2.0, ou seja colaborativo, as questões levantadas e respondidas, serão "buscáveis" e com o tempo, este fórum terá um gama de informações realmente rica sobre e-commerce no Brasil.
Imaginem um lugar para contatar pessoas e fazer benchmark? Um lugar para receber dicas de como economizar na logística por exemplo. Onde obter indicação de bons fornecedores?
Dêem uma olhadinha no www.e-tailer.com.br (o blog) e cliquem no menu a direita na opção "Fórum de discussão" (para acessarem o forum).
Neste novo blog&forum espero ler notícias, novidades e tendências sobre e-commerce, do Brasil e do mundão afora.
O interessante deste novo blog é o formato que ainda não vejo muito na internet Brasileira, um Blog + Fórum.
Ao buscarmos informações sobre e-commerce na internet vê-se que há muito o formato Web 1.0, ou seja, o blog apresenta os posts para serem lidos, nada mais. Por vezes possuem espaço para que os posts sejam comentados mas não ficam organizados, padronizados e indexados para uma futura busca.
Neste formato Web 2.0, ou seja colaborativo, as questões levantadas e respondidas, serão "buscáveis" e com o tempo, este fórum terá um gama de informações realmente rica sobre e-commerce no Brasil.
Imaginem um lugar para contatar pessoas e fazer benchmark? Um lugar para receber dicas de como economizar na logística por exemplo. Onde obter indicação de bons fornecedores?
Dêem uma olhadinha no www.e-tailer.com.br (o blog) e cliquem no menu a direita na opção "Fórum de discussão" (para acessarem o forum).
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Furo de Reportagem
Bomba !!! - O Google Analytics não será mais confiável. Leia por favor

Foi bom enquanto durou. Após uma decisão polêmica, o gratuito Google Analytics está a um passo de não produzir mais estatísticas confiáveis sobre visitas de sites.
O Google anunciou ter criado uma extensão para Internet Explorer, Firefox e Chrome que barra o envio de dados do computador quando uma pessoa entra em uma página que usa o Javascript do Google Analytics. O que isso significa? Que qualquer um pode navegar pelos sites monitorados pelo serviço como um fantasma: ninguém jamais saberá que a
pessoa passou por ali, nem quanto tempo permaneceu ou quais páginas visitou.
É uma bomba nuclear na confiabilidade das estatísticas, das quais dependem possivelmente milhões de empresas e usuários. Não são poucos os sites que se baseiam nesses números para monitorar a audiência. Decisões são tomadas de
acordo com os dados apresentados pela ferramenta. Agora, no entanto, ninguém poderá saber se a audiência caiu realmente ou se um monte de gente decidiu sumir, usando o plug-in do Google.
O pessoal de Mountain View justificou a decisão, dizendo que deseja respeitar a privacidade do usuário. Será? Desde quando é possível descobrir a identidade de um visitante pelo Analytics? Já era de se esperar que a medida causasse revolta. Usuários deixaram comentários raivosos nos posts do Google nos blogs do Analytics e do Google Public Policy
Um deles chegou a mencionar um possível motivo para a mudança: "Seria uma maneira de melhorar as vendas do Urchin?" Para quem não sabe, Urchin é a ferramenta não-gratuita de monitoramento de sites que o Google comprou,
tempos atrás, e deu origem ao Analytics. Uma licença custa cerca de US$ 3 000. É caro, mas ainda sai mais barato do que adotar soluções como o Omniture. Vejam que curioso. O Urchin não precisa de código Javascript para
monitorar páginas – justamente o que a extensão vai bloquear. Curioso, não?
Ainda que não se sabe se os internautas se preocupam com isso e se o complemento será instalado em milhares de máquinas. Mesmo que ninguém faça isso, sempre haverá uma dúvida. E ela só poderá resolvida com o uso de outro serviço, que não falseie as estatísticas sobre os visitantes de um site.
por: Clodiney Cruz
--
Roberto Oliveira
"Se em 15 minutos em uma mesa de poker você não descobrir quem é o pato, o pato é você."
O Google anunciou ter criado uma extensão para Internet Explorer, Firefox e Chrome que barra o envio de dados do computador quando uma pessoa entra em uma página que usa o Javascript do Google Analytics. O que isso significa? Que qualquer um pode navegar pelos sites monitorados pelo serviço como um fantasma: ninguém jamais saberá que a
pessoa passou por ali, nem quanto tempo permaneceu ou quais páginas visitou.
É uma bomba nuclear na confiabilidade das estatísticas, das quais dependem possivelmente milhões de empresas e usuários. Não são poucos os sites que se baseiam nesses números para monitorar a audiência. Decisões são tomadas de
acordo com os dados apresentados pela ferramenta. Agora, no entanto, ninguém poderá saber se a audiência caiu realmente ou se um monte de gente decidiu sumir, usando o plug-in do Google.
O pessoal de Mountain View justificou a decisão, dizendo que deseja respeitar a privacidade do usuário. Será? Desde quando é possível descobrir a identidade de um visitante pelo Analytics? Já era de se esperar que a medida causasse revolta. Usuários deixaram comentários raivosos nos posts do Google nos blogs do Analytics e do Google Public Policy
Um deles chegou a mencionar um possível motivo para a mudança: "Seria uma maneira de melhorar as vendas do Urchin?" Para quem não sabe, Urchin é a ferramenta não-gratuita de monitoramento de sites que o Google comprou,
tempos atrás, e deu origem ao Analytics. Uma licença custa cerca de US$ 3 000. É caro, mas ainda sai mais barato do que adotar soluções como o Omniture. Vejam que curioso. O Urchin não precisa de código Javascript para
monitorar páginas – justamente o que a extensão vai bloquear. Curioso, não?
Ainda que não se sabe se os internautas se preocupam com isso e se o complemento será instalado em milhares de máquinas. Mesmo que ninguém faça isso, sempre haverá uma dúvida. E ela só poderá resolvida com o uso de outro serviço, que não falseie as estatísticas sobre os visitantes de um site.
por: Clodiney Cruz
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Roberto Oliveira
"Se em 15 minutos em uma mesa de poker você não descobrir quem é o pato, o pato é você."
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Furo de Reportagem
